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7ª AULA TEÓRICA |
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O Médium Passista
Catalogação dos passistas
A indicação do passista pode ocorrer por:
Cada médium passista possui uma ficha de identificação que é preenchida ao ingressar no serviço, contendo dados pessoais
e de formação doutrinária e os grupos onde atua na CEB; essa ficha encontra-se disponível na Divisão de Tratamento Espiritual,
para as atualizações necessárias, a cada ano.
No plano espiritual, os colaboradores desencarnados integram um quadro de auxiliares, sendo que todos os colaboradores são devidamente fichados,
de acordo com a organização estabelecida pelos mentores da esfera superior, como nos informa André Luiz no livro Nos Domínios da Mediunidade.
Cada companheiro que chega ao Centro Espírita, traz, uma forma de pensar, um modo de agir, um sentimento diverso. Cada um está ajustado a
sua própria onda mental, trazendo necessidades evolutivas, planos de trabalho ou o hábito do trabalho individual. Contudo, é importante
que cada um ceda um pouco de si mesmo, renuncie a muitos dos seus pontos de vista, reunindo-se em torno dos princípios codificados da Doutrina Espírita
e, também, procurando entrosar-se com os princípios da casa e do grupo já formado.
O passe é um trabalho de equipe. É comum que os colaboradores encarnados mostrem maior soma de deficiências que os desencarnados, em
geral mais conscientes de seus deveres e da delicadeza da tarefa. Não podendo os serviços serem prejudicados, já que é o bem
do próximo que está em jogo, tais deficiências podem ser supridas pelos Espíritos, quando de nossa parte houver boa vontade e
desejo sincero de ajudar. Meditando nisso, vemos como precisamos lutar por nossa melhoria integral!
É IMPORTANTE QUE HAJA HARMONIA NO GRUPO, APESAR DAS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS, PARA O BOM ANDAMENTO DO TRABALHO.
O médium passista terá como objetivo a renovação do mundo íntimo do paciente, enquanto promove a circulação
dos fluidos radiantes no organismo do socorrido, através da oração e da vontade. Deverá ter boas condições para o trabalho
pelo coração repleto de confiança, sustentando pensamentos de amor e humildade, sem se deter a pensar nas suas possíveis inferioridades,
para poder transmitir força e harmonia em favor dos pacientes. Para conseguir isto, é preciso que o médium passista se prepare, lembrando que a
mediunidade pede disciplina e esta, é para o médium, um condicionamento às Leis Espirituais.
Para ter boas condições de trabalho, o médium se preparará física, moral e espiritualmente, e este preparo dependerá das seguintes condições:
Na introdução de O Livro dos Espíritos, na primeira parte de O Livro dos Médiuns e em outras de suas obras, Allan Kardec ressalta
a importância do estudo contínuo do Espiritismo, apresentando diversas sugestões de como ele deve ser empreendido. Há muita diferença
entre ler um texto e estudá-lo, meditando sobre o seu conteúdo.
No caso do passe, é importante ter conhecimento especializado de sua natureza, seus mecanismos, seus efeitos. No capítulo 14 de O Livro dos Médiuns
Kardec indaga se o poder de curar pode ser transmitido (§ 176, no 7). E os Espíritos esclarecem: - "O poder, não; mas o conhecimento de que necessita
para exercê-lo, quem o possua".
No já citado capítulo 19 de Missionários da Luz encontramos ainda a exposição de conceitos notáveis sobre o valor do conhecimento
para o bom desempenho das tarefas espíritas. Ausência de estudo significa estagnação, em qualquer setor de trabalho. Acima de tudo, o estudo metódico
do Espiritismo desperta nas pessoas o desejo de amar, perdoar sempre, de incorporar em suas almas as virtudes evangélicas, essenciais para uma vida feliz.
Do cuidado na alimentação, eliminação de vícios e tipos de remédios utilizados por hábitos, sem prescrição
médica ou por problemas de ordem física.
Depois de havermos apontado alguns dos requisitos morais, tão difíceis de conquistar, faremos alguns comentários sobre as condições físicas de quem ministra o passe.
A higiene é um dos requisitos básicos para a saúde. Além de beneficiar o passista, a sua higiene representa respeito para os que vão receber o passe.
A alimentação deve ser equilibrada, adequada ao organismo, sem os excessos da gula e do jejum. Hábitos alimentares sadios, com a ingestão de
frutas, legumes, verduras fazem bem não só aos passistas, mas a qualquer pessoa. O trabalhador dos serviços de passe e, aliás, da mediunidade
em geral, não deve apresentar-se de estômago cheio; nas horas que antecedem as atividades deve evitar a ingestão de alimentos de difícil digestão,
como carnes e gorduras, de condimentos fortes e de excitantes, como café, chás (exceto de ervas), etc.
É fácil compreender que uma pessoa que assista a necessitados na área do passe, ou em outras tarefas mediúnicas, deve abster-se
completamente de tais vícios. Eles lesam o organismo, obscurecem o raciocínio, impregnam negativamente os fluidos a serem mobilizados a favor
do próximo e propiciam a atração de Espíritos inferiores que, mesmo desencarnados, querem continuar cultivando-os. Sabemos do imenso
zelo dos bons Espíritos que cooperam nas atividades do passe na casa espírita no sentido de anular a ação maléfica das substâncias
tóxicas que ingerimos. Apresentando-nos nessas condições lamentáveis desrespeitamos não apenas esses Espíritos, dando-lhes redobrado
trabalho, mas também as pessoas que vão, confiantes, receber o passe.
A atividade sexual em si é instintiva, mas o seu uso é moral. O sexo só deve ser exercido com equilíbrio, nobreza, acompanhado do verdadeiro amor.
O hábito do jogo é assunto muito discutido no Movimento Espírita. Alguns segmentos admitem certos jogos, como rifas ou bingos,
para ajudar o centro espírita. No entanto, devemos refletir se, acolhendo esse tipo de atividade em nosso meio não estaríamos
de alguma forma apoiando a visão de que devemos buscar o ganho material fácil na chamada "sorte", em detrimento do trabalho,
por humilde que seja. A manutenção material dos centros de fato constitui problema comum e difícil para os dirigentes, pois os
colaboradores nem sempre se dão conta de que lhes cumpre o dever de ajudá-lo materialmente, na medida de suas possibilidades, é claro.
Além de todos os itens citados acima, se o ideal do passista é servir, socorrer e curar, ele precisará ainda exercitar:
Devemos ter confiança absoluta na misericórdia e justiça de Deus, lembrando que é dela que, em última instância,
provêm os recursos terapêuticos do passe. A prece, a meditação, estabelecem nossa ligação com os emissários divinos,
criando um clima excelente para o êxito do trabalho espiritual.
Eleger o amor como a base da vida. Ele é a maior mola do nosso progresso, rumo aos cimos onde nos aguardam a paz e a felicidade.
A paciência é uma virtude imprescindível a quem se dispõe a acolher os irmãos necessitados e aflitos, que muitas vezes
chegam ao centro espírita em franco destrambelho psíquico, podendo causar irritação a quem não se lembre de que é
alguém que enfermou do espírito.
A afabilidade e a doçura são filhas diletas da paciência. Ouvir com paciência aquele que está em desequilíbrio,
ou que desconheça os mecanismo espirituais, já é um avanço no tratamento de muitos males. O bom trabalhador espírita
deve adquirir o excelente hábito de ouvir mais do que falar. Que "fale" sobretudo com o coração, pelas emissões do bem.
É muito bom termos ímpetos generosos; mas é melhor ainda que a generosidade seja constante em todas as nossas atitudes. Nos momentos
floridos é muito fácil assumir atitudes cristãs. Na hora dos testemunhos expiatórios, dos testes com pessoas difíceis,
porém, o grito de cólera, a critica contumaz, os pensamentos menos nobres invadem o nosso ser, ainda próximo da irracionalidade. Como
conseqüência, surgem os distúrbios incômodos da depressão, do desânimo, do suicídio, dos processos obsessivos
cruéis.
O equilíbrio emocional um requisito bastante difícil, mas que pode ser conquistado. Para essa conquista é preciso que não nos
desgastemos com mágoas excessivas, paixões, ressentimentos, temores, nervosismo, etc. São estados doentios que expressam a falta de
fé nos desígnios divinos. A oração e o serviço ao próximo são notáveis recursos para o equilíbrio emocional.
Devemos abster-nos de dar passe quando em desequilíbrio espiritual, pois os fluidos ficam como que "poluídos".
A necessidade de aplicar passe em alguém pode surgir a qualquer momento. Daí a importância de o passista estar sempre preparado,
mesmo durante o seu trabalho profissional ou nos momentos de lazer.
Os bons Espíritos precisam contar conosco para as tarefas de emergência, às vezes fora da casa espírita. Podem mobilizar nossos recursos
para atender nossos irmãos mais carentes sem mesmo tomarmos consciência disso, na via pública, no ônibus, no local de trabalho, numa visita fraterna, etc.
Com o trabalho disciplinado, o espírita encontra tempo para cumprir todos os seus deveres e ser mais assíduo e pontual nas tarefas assumidas no centro espírita.
Deve-se lembrar que as tarefas espirituais não são mecânicas. O operário chega na indústria, liga as máquinas e tudo começa a funcionar.
As atividades espirituais, porém, precisam de preparo íntimo, meditação, asserenamento físico e mental para serem desenvolvidas a contento.
O respeito à programação estabelecida para os trabalhos do passe é indispensável. Faltar ou chegar atrasado desorganiza o ritmo harmônico das atividades.
Ajustamentos Gerais
Só serão aplicados quando o paciente não puder, realmente, comparecer ao Centro Espírita.
Neste caso, o passista seguirá algumas regras:
O passe pode ser aplicado também nos lares, hospitais, creches, trabalho, ruas, etc., com a devida discrição. Se não houver um
ambiente reservado, no qual só estejam presentes pessoas que entenderão e contribuirão positivamente com a tarefa, devemos abster-nos
de qualquer prática ostensiva. Neste caso, recorreremos à oração silenciosa, pedindo aos Bons Espíritos que aproveitem,
se possível, os nossos recursos fluídicos no auxílio ao próximo. Assim, podemos transmitir o passe com um abraço, um aperto
de mão ou com um simples olhar de amor. O passe é dado sem ser percebido por curiosos.
Sempre, porém, que o enfermo puder se locomover até o centro espírita, deveremos pedir que o faça, para receber o passe. Dessa
forma, também aproveitará as preleções evangélicas e doutrinárias, que devem sempre anteceder a transmissão
dos passes, despertando para os valores nobres da vida, meditando sobre suas ações, corrigindo rumos.
Algumas pessoas têm vergonha de serem vistas no centro espírita, e então solicitam que a equipe do passe vá até sua casa.
Nesse caso devemos sugerir-lhe a modificação de atitude e, não obtendo sucesso, delicadamente abster-nos de atender-lhe ao apelo pouco
razoável. Evidenciará ainda não estar disposto a trocar seus preconceitos e idéias antigas pelos valores espirituais. Foi por conhecer
a relutância da criatura humana em fazer essa transformação que Jesus asseverou, em linguagem figurada: "Porque se alguém, nesta
geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele se envergonhará o Filho do homem, quando
vier na glória de seu Pai com os santos anjos." (Marcos 8: 38, Lucas 9: 26) Não é que devamos nos vingar dessa pessoa, ou
ficar magoados com ela; mas devemos deixar que o tempo opere seu amadurecimento.
Mesmo no caso de impedimento por enfermidade, só deveremos aplicar passes fora do centro quando forem solicitados pelo enfermo ou, no absoluto
impedimento deste, por sua família. Temos notícias de casos em que familiares ou amigos solicitaram passe para um enfermo que, na hora,
o rejeitou. Nesses casos, o passe não teria efeito.
O passe fora do centro espírita tem o inconveniente do ambiente possivelmente desfavorável, impregnado de miasmas fluídicos de ira,
maledicência, alcoólicos, de fumo etc. Mesmo assim, é caridade atender e vencer com equilíbrio os obstáculos, quando
houver um pedido sincero e um mínimo de boa vontade por parte do enfermo e seus familiares. O bom senso e a caridade são sempre os elementos
que devem preponderar na tomada de qualquer decisão a esse respeito. Não devemos nos impor regras inflexíveis e automatizadas em tarefas desse gênero.
Recomendações Adicionais
O enfermo
Para que obtenha melhora, as pessoas que buscam o recurso do passe devem ter postura mental adequada. A esse respeito, é interessante consultarmos o item 10
do capítulo 15 de A Gênese. Kardec analisa aí a passagem evangélica da mulher hemorroíssa (Marcos 5: 25-34), uma das inúmeras
curas operadas por Jesus.
Vejamos este trecho:
Considerado como matéria terapêutica, o fluido tem que atingir a matéria orgânica, a fim de repará-la; pode então
ser dirigido sobre o mal pela vontade do curador, ou atraído pelo desejo ardente, pela confiança, numa palavra: pela fé do doente.
Com relação à corrente fluídica, o primeiro age como uma bomba calcante e o segundo como uma bomba aspirante.
Aquele que vai receber o passe deve pautar-se na atitude da mulher hemorroíssa, que foi curada porque, pela sua ardente fé, aspirou, atraiu,
assimilou os fluidos amorosos de Jesus. Razão tinha pois o Mestre para dizer-lhe: "Tua fé te salvou".
Sabemos que os fluidos são assimilados pelo perispírito, que possui, dentre outras, a notável propriedade de absorver fluidos ambientes.
Constatamos, assim, a grande importância da postura mental e espiritual do enfermo, com o pensamento em prece, em ligação constante com os
bons Espíritos, para que o passe seja eficaz.
Quem vai receber o passe deve ficar na posição que lhe dê mais conforto físico. O passe transmite-se ao perispírito,
independentemente da posição do corpo físico. Dependendo do lugar, pode ficar deitado, sentado ou de pé. Mas em qualquer
caso, deverá ficar descontraído, respirando normalmente.
Não há necessidade de ficar com as mãos espalmadas para cima, como se fossem "receber" algo material.
Certas pessoas alegam que não se devem cruzar os braços ou as pernas, porque tais posturas dificultariam a "circulação"
dos fluidos. Parece-nos, porém, que se não devemos cruzar os membros é apenas porque isso em geral atrapalha a circulação
sangüínea e gera tensões musculares.
Sensações de calor, frio, tremor, suor, arrepio, choro podem ocorrer durante o passe. São, geralmente, motivadas por causas psicológicas.
O misticismo, de que muitos ainda se não desvencilharam, pode provocar efeitos ilusórios variados.
Nem o passista nem o paciente precisam retirar pulseiras, colares, relógios, óculos, sapatos, etc. Tais objetos não interferem no
passe, porque são de natureza diversa daquela dos fluidos.
Vemos alguns fumantes que apressam-se em alijar-se momentaneamente do maço de cigarros. A presença dos cigarros não é, em si,
o problema. O problema sério é o hábito de fumar, que intoxica o organismo, atuando em sentido contrário ao do passe, quando recebido.
Não abuses, sobretudo, daqueles que te auxiliam. Não tomes o lugar do verdadeiramente necessitado, tão só porque os teus caprichos e melindres pessoais estejam feridos.
A ninguém imponhas precipitadamente as mãos.
Dessas sábias advertências de Emmanuel e do Apóstolo dos Gentios concluímos que as pessoas só devem buscar os recursos
do passe quando têm realmente necessidade. Passe é remédio. E todo remédio só se toma quando necessário, na dose
certa e até que se recupere a saúde. Se estamos bem, o passe é dispensável.
No capítulo 28 de Conduta Espírita, André Luiz recomenda-nos "esclarecer os companheiros quanto à inconveniência
da petição de passe todos os dias, sem necessidade real, para que esse gênero de auxílio não se transforme em mania."
Se a pessoa não precisa de passe, devemos esclarecê-la a esse respeito, orientando-a para o estudo doutrinário e o serviço ao próximo.
Devemos lembrar-nos que os problemas do nosso dia podem ser resolvidos com bom senso, honestidade, equilíbrio e muita disciplina.
Em seu livro Segue-me, Emmanuel assim se expressa sobre a questão de quem necessita do passe: "O passe exprime também gastos de forças,
e não deves provocar o dispêndio de energias do Alto, com infantilidades e ninharias" (p. 134).
Muitas pessoas que buscam o passe deveriam igualmente buscar a ajuda da medicina humana. Allan Kardec advertiu diversas vezes que diante de qualquer distúrbio,
deve-se antes de mais nada pesquisar suas possíveis causas orgânicas. Não a função do passe e do Espiritismo substituir os métodos
da ciência no tratamento das enfermidades. O Espiritismo visa, em primeiro lugar, a esclarecer a criatura, para que corrija o seu proceder moral, forrando-se assim às
necessidades de expiar e de sofrer. Depois, objetiva a suplementar o tratamento médico, renovando os fluidos vitais do enfermo pela aplicação do passe e da água fluidificada.
Quando tudo o que puder ser feito na esfera médica e espírita estiver sendo feito, a Doutrina Espírita nos esclarece que a dor estará
sendo necessária para a evolução do enfermo, devendo ser enfrentada com resignação.
Nos que padecem enfermidades irreversíveis o passe produz efeito benéfico, muito ajudando-os a suportar a suas dores, e contribuindo para
tornar menos penoso o processo da desencarnação.
Nos casos de obsessão o passe pode contribuir para desligar o obsessor do psiquismo do obsidiado. Mas esse desligamento não constitui terapêutica
de base. Obtida assim uma "trégua", é necessário que o hospedeiro das influências maléficas seja orientado a buscar os recursos
do Evangelho e da Doutrina Espírita para a sua libertação definitiva, transformando seu padrão mental e moral.
O passe é também usado como tratamento abençoado para os Espíritos sofredores do mundo espiritual. Isso pode ocorrer quando a
pessoa encarnada que recebe o passe está intimamente vinculada a um Espírito, que então se beneficia igualmente dos recursos fluídicos.
O passe pode também ser ministrado por um Espírito sobre outro, no Mundo Espiritual, como se relata, por exemplo, nos capítulos 22 a 25 do livro
Os Mensageiros, de André Luiz.
Na Câmara de Passes
De ambiente poluído nada de bom se pode esperar.
O recinto do passe
O lugar mais adequado para a transmissão do passe é o centro espírita, que, pela natureza de suas atividades, constitui o núcleo
mais importante de assistência a encarnados e desencarnados no que tange ao socorro de ordem espiritual.
Se possível, deve-se reservar uma sala especial para essa tarefa, na qual se reúnem sublimados recursos fluídicos movimentados pelos
pensamentos elevados e pelas preces.
A sala de passes deve ser simples, mas muito limpa, arejada, ensolarada. Os Espíritos auxiliam na preparação do ambiente espiritual,
porém não podem usar vassoura, água e sabão.
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