Marcha militar
Conta Raimundo da Federação Espírita Paraibana, que quando estavam instruindo médiuns paras as reuniões mediúnicas, ocupava duas salas uma no térreo e outra no 1º andar. As reuniões começavam no mesmo horário.
— Em dado momento quando estavam todos concentrados, surgiu uma zoada intensa no térreo, que incomodava os que estavam no 1º andar.
— Fui forçado a sair para pedir silêncio, quando subia um jovem em marcha militar. Vinha empurrando os companheiros do seu grupo e a nossa irmã Siremar, com as mãos na cabeça não sabia mais o que fazer.
— Ao ver aquele quadro, dirigir–me ao cidadão que marchava batendo com muita força os pés no chão, com dedos espalmados e com a cabeça olhando para cima.
— Imediatamente me veio uma intuição e eu estirando a mão direita, gritei para o marchador:
— Hei Hitler!
— Aí imediatamente ele saiu de transe e nunca mais vi o rapaz. Sumiu da Federação.