Leia o que nos dizem os Espíritos:
• Julho 1999. |
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Recordando Jesus |
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Se te sentes aflito, não aumente tua aflição exibindo atitudes desequilibradas. Recorre ao Evangelho. Aí, encontrarás farto manancial que as palavras do Mestre te recordarão. — "Abençoados os aflitos, porque serão consolados." Se te encontras enraivecido, não dês guarida à mágoa, pois ela será o fermento que fará crescer a massa do rancor, adicionando novos tormentos à tua vida. Lembra–te do Mestre a dizer–nos. — "Abençoados os brandos e pacíficos, porque possuirão a Terra e serão chamados filhos de Deus." Se te encontras enfermo, cansado da longa jornada, não te enfermes ainda mais adotando o fel da reclamação e da queixa como remédio. Antes, recorda o Mestre a consolar–nos. — "Eu não vim para os sãos, mas para os doentes." Se a amargura, qual serpente insidiosa, instalou–se em teu coração, expulsa–a, para que não te envenene a vida com sua perfídia. Recorre ao bálsamo duradouro do amor, recordando o Mestre em seu diálogo com Pedro. — "Pedro, Tu me amas?" Pergunta a ti mesmo se também O amas. E Esquecendo a amargura, ama verdadeiramente. Se te sentes dividido entre o certo e o errado, entre o santo e o ímpio, lembra–te de que o cristão não deve ser motivo de escândalo e que das tuas atitudes depende a harmonia de muitos. Se, enfim, te sentes só e abandonado, perdidas as últimas ilusões que acalentavas, recorda que ao teu lado, há sempre alguém que sofre mais do que tu. Abre–te à dor do teu próximo, tenta mitigá–la; entrega–te ao ofício do socorro e, como conseqüência, esquecerás os teus penares. Desprende–te do egoísmo de conjugar os verbos na primeira pessoa e adota o "nós", irmanando–te à humanidade sofredora; individualiza, no irmão que chora, a tua dor e, ao enxugares as suas lágrimas, terás as tuas abrandadas pela ação do amor. Conforta os que sofrem, esquecendo tuas próprias dores e terás os teus pedidos atendidos por acréscimo. Prossegue semeando o bem, a caridade, o perdão, e perceberás que a estrada que antes palmilhavas e te parecia árdua, por efeito do amor que dispensaste, tornou–se abençoado vale de verdejantes campinas e doces quedas d´água, abastecendo–te a alma de inefáveis benesses do Cristo. Amélia
Mensagem recebida em reunião mediúnica do Lar Espírita Chico Xavier, no dia 16/11/1996, pelo médium Vera Cohim. Texto revisado pelo Prof. Humberto Vasconcelos da Fraternidade Espírita Francisco Peixoto Lins (Peixotinho). Autorizada a reprodução de toda a mensagem ou parte dela. |
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