Leia o que nos dizem os Espíritos:

• Julho 2000.
 

Oração e Renovação

 
 

"Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram."

Paulo — Hebreus 10:16

É certo que todo trabalho sincero de adoração espiritual nos levanta a alma, elevando–nos os sentimentos.

A súplica, no remorso, traz–nos a bênção das lágrimas consoladoras.

A rogativa na aflição dá–nos a conhecer a deficiência própria, ajudando–nos a descobrir o valor da humildade.

A solicitação na dor revela–nos a fonte sagrada da Inesgotável Misericórdia.

A oração refrigera, alivia, exalta, esclarece, eleva, mas, sobretudo, afeiçoa o coração ao serviço divino. Não olvidemos, porém, de que os atos íntimos e profundos da fé são necessários e úteis a nós próprios. Na essência, não é o Senhor quem necessita de nossas manifestações votivas, mas somos nós mesmos que devemos aproveitar a sublime possibilidade da repetição, aprendendo com a sabedoria da vida.

Jesus espera por nossa renovação espiritual, acima de tudo.

Se erraste, é preciso procurar a porta da retificação. Se ofendeste a alguém, corrige–te na devida reconciliação. Se te desviaste da senda reta, volta ao caminho direito. Se te perturbaste, harmoniza–te de novo. Se abrigaste a revolta, recupera a disciplina de ti mesmo.

Em qualquer posição de desequilíbrio, lembra–te de que a prece pode trazer–te sugestões divinas, ampliar–te a visão espiritual e proporcionar–te consolações abundantes; todavia, para o Senhor não bastam as posições convencionais ou verbalistas. O Mestre confere–nos a Dádiva e pede–nos a iniciativa.

Nos teus dias de luta, portanto, faze os votos e promessas que forem de teu agrado e proveito, mas não te esqueças da ação e da renovação aproveitáveis na obra divina do mundo e sumamente agradáveis aos olhos do Senhor.

Emmanuel

(Vinha de Luz)