Leia o que nos dizem os Espíritos:
• Abril 2004. |
| Exercício Mediúnico |
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O amadurecimento psicológico da criatura em trânsito na terra, facultará que compreenda melhor o complexo mediúnico que vivencia, muitas vezes sem saber utilizá–lo corretamente. A faculdade medianímica, em alguns, explode com estardalhaço e até mesmo violência, ensejando perturbações que aturdem o medianeiro. Além dos sintomas perturbadores ainda proporciona o contato com entidades desencarnadas que trazem multifárias sensações muitas delas desagradáveis. A mediunidade, contudo, não é apenas a sintomatologia inquietante e as sensações inesperadas. A mediunidade é componente importante da estrutura física humana e está latente em todas as criaturas, necessitando do aparelhamento material para exteriorizar–se, realizando a finalidade a que se propõe: servir de intermediária entre os seres, encarnados e desencarnados. Através da faculdade psicologicamente madura, desvinculada das fantasias e catarses libertadoras da psique humana, transitarão as energias plenificadoras em dois objetivos distintos: instrução e consolo. Observemos porem que não é atestado de evolução, pois, em sua maioria, resume–se a estrada de aflições e constrangimentos se o seu portador desconhece–lhe a finalidade superior. Educar corretamente a mediunidade é dever espírita, proporcionando ao iniciante ensejo de trabalhar a sua faculdade, tornando–a ferramenta útil. Adquirir consciência mediúnica é passar a exercitá–la em locais preparados para o seu desempenho, em horários estabelecidos e rigorosamente cumpridos, tornando–se cada vez mais equilibrado pela aplicação correta da faculdade. Todavia é de bom alvitre ressaltar, que só a conduta moral sadia, a prática da caridade, o estudo aplicado das leis que regem esse dispositivo superior, da continuidade e assiduidade do trabalhador, é que atrairá os Bons Espíritos, que se tornam, então, os bem amados instrutores e condutores, direcionando o médium, a fim de que ele alcance a serenidade e segurança para uma boa aplicação mediúnica. * * * Não importa se a expressão da mediunidade em ti for pequena e sem grandes e altaneiros vôos; importa que tenhas consciência das tuas responsabilidades e que saibas exercer com maturidade os teus deveres mediúnicos. A mediunidade é teu patrimônio; não a enterres ou tornes improdutiva pelo mau uso, pela displicência, pela inconstância em tuas tarefas, mas, fá–la produtiva dando o cêntuplo do que te foi concedido. Amélia |
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